domingo, 27 de julho de 2008

Cego!


Diante de tantas formas

De prazeres cativantes,

É difícil manter minha posição!

Portanto busco identificação

Com algo superior

E me mantenho na ação,

Em atividades que não causam dor...

Pensamento fixo na bondade!

Prossigo atenuando a força

Que contraria o amor!



Dario Bertulucci

sábado, 26 de julho de 2008

Moderno? Contemporâneo?!


Estou cansada! Com vontade de me jogar... Cansada... De mim e do mundo!

Que mal é esse que assola a humanidade? Q ignorância é essa que estamos presenciando?

Tudo! Menos burrice!

Até aturo a ignorânciade não ter tido oportunidade de aprender, mas não a burrice por convicção!

Pelo amor de Deus!!!


"Eu temo pela minha espécie quando penso que Deus é justo." - Thomas Jefferson

sábado, 19 de julho de 2008

Não me importo!


Por que hoje eu acordei assim... Que nem meu amigo Bob!!!
Mas sacode...
A essência sobrevive à existência!!!

Vou ao sebo, e depois... Ah sei lá!

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Fui!!!!!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

REFEITA!!!

Quando você me deixou, meu bem

Me disse pra ser feliz e passar bem

Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci

Mas depois, como era de costume, obedeci

Quando você me quiser rever

Já vai me encontrar refeita, pode crer

Olhos nos olhos, quero ver o que você faz

Ao sentir que sem você eu passo bem demais

E que venho até remoçando

Me pego cantando

Sem mas nem porque

E tantas águas rolaram

Quantos homens me amaram

Bem mais e melhor que você

Quando talvez precisar de mim

'Cê sabe que a casa é sempre sua, venha sim

Olhos nos olhos, quero ver o que você diz

Quero ver como suporta me ver tão feliz

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Extreme Ways

Extreme ways (tradução)
Moby

Caminhos extremos estão de volta
Lugares extremos que eu não conhecia
Eu quebrei tudo novo novamente
Tudo que eu possuía
Eu joguei fora pela janela, veio junto
Caminhos extremos que eu sei que movem à parte
As cores do meu oceano
Perfeita cor de mim
Caminhos extremos que me ajudaram
Me ajudaram de noite
Lugares extremos que eu fui
Mas nunca vi nenhuma luz
Porões sujos,
Sons sujos
Lugares sujos passando
Mundos extremos sozinhos
Você alguma vez planejou gostar
Eu lutaria por isto
Há sempre espaço na vida para isto
Oh baby, oh baby
Depois desmoronou, desmoronou
Oh baby, oh baby
Depois desmoronou, desmoronou
Como sempre desmorona, sempre desmorona
Músicas extremas que me falaram
Elas me ajudaram durante todas as noites
Eu não tinha muito o que dizer
Eu não cheguei acima da luz
Eu fechei meus olhos e me fechei
E fechei meu mundo e nunca o abri
Para nada
Que poderia progredir
Eu tive que fechar tudo
Eu tive que fechar minha mente
Muitas coisas para me cobrir
Muita coisa pode me deixar cego
Eu vi tanto em tantos lugares
Tantas feridas no coração, tantos rostos
Tantas coisas sujas
Você não acreditaria
Eu lutaria por isto
Como sempre desmorona, sempre desmorona

domingo, 8 de junho de 2008

Bilhete com endereço


Mas onde já se ouviu falar num amor á distância,

Num teleamor ?!

Num amor de longe…

Eu sonho é um amor pertinho…

E depois

Esse calor humano é uma coisa que todos - até os executivos têm

É algo que acaba se perdendo no ar

No vento

No frio que agora faz…

Escuta!

O que eu quero

O que eu amo

O que eu desejo em ti

È teu calor animal…


Baú de espantos, RJ, 1986 Mário Quintana

quarta-feira, 4 de junho de 2008





"Éramos amigos e nos tornamos estrangeiros um para o outro. Mas é bom que seja assim, e não queremos dissimular nem obscurecer este fato, como se tivéssenos de sentir vergonha dele. Somos dois navios que perseguem rumo e objetivo próprios; podemos, sem dúvida, nos cruzar e celebrar festas entre nós, como já fizemos - então, os bons navios repousavam lado a lado, no mesmo porto, sob o mesmo sol, tão calmo que pareciam ter atingido o objetivo e tido o mesmo destino. Mas, depois, o apelo irresistível de nossa missão nos levava, de novo, para longe um do outro, para mares, em direção a paragens, sob sóis diferentes - talvez para nunca mais nos revermos, talvez para revermos ainda uma vez, sem nos reconhecermos: Mares e sóis diferentes nos teriam transformado! Que devêssemos nos tornar estrangeiros um ao outro era a lei acima de nós: É por isso mesmo que devemos nos tornar mais respeitáveis um para o outro! É por isso mesmo que o pensamento de nossa amizade de outrora nos deve ser mais sagrado! É provável que nossas rotas e objetivos divergentes se achem inscritos como ínfimos trajetos - Numa imensa curva indivisível, numa imensa via estelar - elevêmo-nos a esse pensamento! Mas nossa vida é breve demais, nossa visão fraca demais, para que possamos ser mais do que amigos no sentido dessa possibilidade sublime! E assim, queremos crer em nossa amizade de astros, mesmo que devamos ser inimigos na Terra." "Amizade de Astros" - Nitzche - "A Gaia Ciência".

O tipo de adeus mais triste!
Hj, chorei... Lavei a alma!!!!!!